Nova Sugestão de Filme

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Invictus 

África do Sul,1990.Após 28 anos de prisão, é solto Nelson Mandela,líder do Congresso Nacional Africano- grupo que se opunha a política de segregação racial ( apartheid) imposto pela minoria branca.Quatro anos depois, com o fim do apartheid, Mandela é eleito presidente.Esse é o ponto de partida de Invictus.

O filme narra, de forma romanceada, um episódio do governo de Mandela. Para criar um sentimento de nação em um país dividido socialmente, o presidente vê uma chance no Campeonato Mundial de Rugby, esporte popular só entre os brancos.Com o apoio do capitão do time, François Pienaar, a ação consegue unir boa parte da população em torno da torcida pelo time,superando barreiras raciais.

 

 

Nova sugestão de Filme

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Distrito 09

O filme, rolado em Johannesburgo,na África do Sul, mostra um campo de refugiados, o Distrito 09, criado para receber alienígenas que se perderam. Um policial, o agente Wikus, tem a missão de retirar os alienígenas de uma favela e levá-los ao Distrito 09, porém adoece ao ser exposto a uma substância estranha e só o alienígena Christopher poderá curá-lo.O Distrito 09 é uma alusão aos bantustões criados para separar os negros sul-africanos da população branca durante o apartheid.

Sugestões de filmes

Entre os diversos filmes sobre a África, retratando temas como pobreza, fome, racismo, tráficos, ditaduras, genocídio, conflitos étnicos, violência, guerra civil, destacam-se:

Hotel Ruanda

Diamante de Sangue

Infância Roubada

O Jardineiro Fiel

Um Grito de Liberdade

O Senhor das Armas

Crianças Invisíveis

Podemos conhecer um pouco, sobre os mesmos, através do endereço http://cinemanet.wordpress.com/2008/09/02/top-10-filmes-sobre-a-africa/.

colonização e descolonização da África

Colonização e descolonização da África

A África desde o século XVI foi palco de cobiça pelos povos principalmente os europeus que procurava apoio em suas viagens, seno ponto de circulação para quem partia para Índia e América do Sul.

Os colonizadores europeus transformaram radicalmente o desenvolvimento cultural e econômico das tribos africanas, transformando a África em fonte comercial de escravos sendo os colonizadores portugueses responsáveis por essa comercialização. A posse das terras africanas pelos seus colonizadores se efetivou depois do Congresso de Berlim (1884 1885),mas essa posses não foram pacificas, pois França e Reino Unido disputaram a posse do canal de Suez e a hegemonia do Rio Nilo, que acabou pertencendo ao Reino Unido. Sem contar que a África, passou por vários impasses de guerra por partilhas de suas terras.

A colonização tinha como objetivo satisfazer as necessidades sem se preocupar com os danos causados para a população local, que na maioria das vezes era vista como mão de obra e um posto para expandir suas rotas comerciais.

Não se pode dizer que o interesse de usufruir o continente era apenas uma fonte de trabalho, mas cientifica e religiosa, sendo que a religião do Cristianismo e do Islã concorreram para a dominação do interior africano já que estavam perdendo força na Europa e Ásia.

Durante o século 19, as duas principais religiões – Cristianismo e Islã – concorreram para a dominação do interior Africano. O muçulmano religião propagação sul do norte da África (embora os cristãos coptas realizada na Etiópia) e no interior a partir de bases comerciais árabes na África Oriental. As igrejas cristãs enviaram missionários a partir de colônias européias no sul, leste e oeste do continente, com os católicos e protestantes disputam convertidos.

As conseqüências dessa colonização africana foram que os colonizadores intensificavam a divergência entre tribos, não contribuíam com melhorias nas colônias, fizeram com que os povos africanos colonizados tivessem uma dependência cultural e depois que usufruíram bastante as deixaram sem auxilio. Assim começando o processo de descolonização que modificou profundamente o conceito de antes, uma África com limites próprios, organização social independente, transformando um Continente que antes viviam com uma agricultura de subsistência, para uma agricultura de interesse ao “mercado” como o costume dos colonizadores, e também o dialeto que estes perderam com o tempo passando a incorporar em seu cotidiano o modo de falar e pensar de seus colonizadores.

No final da Segunda Guerra Mundial o cenário africano começou a mudar, mas de forma violenta e que em muitos países ainda permanece como herança colonial a guerra civil traçada muitas vezes por território e por disputas de governo, trazendo conseqüências a fome, a pobreza e a miséria da população.

Referencias:

Acervo digital Unesp. Modulo II, disciplina 6 ,tema 3

http://www.revista escola.abril.com. br , Beatriz Vichessi

http://www.africaeasia.webs.com/coloniz
Africa

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Etnias, religiões e línguas

Vários grupos étnicos compõem a população de 1 bilhão de habitantes da África.Mesmo dentro das duas grandes regiões, a diversidade de povos é grande.Na África Setentrional,predominam os grupos mediterrâneos brancos-caucasoide e semita,principalmente .Ao sul do Saara, a população negra compreende vários povos os pigmeus nas selvas equatoriais , os coisans nos desertos e planaltos meridionais,os sudaneses das savanas e os bantos da África Central são os mais numerosos

Do ponto de vista religioso, o iluminismo (predominante no norte) tem omaior número de seguidores no continente, representando 45% da população.O cristianismo (majoritário no sul) é praticado por cerca de 35% dos africanos. Uma das nações cristãs mais atingidas do mundo, a Etiópia é um destacado representante da religião do continente. A África ainda conta com muitos adeptos entre as inúmeras religiões nativas da população.

A variedade linguística também espelha a heterogeneidade africana.Entre as mais de 2 mil línguas faladas na àfrica, estão o dialetos locais, de raiz africana, que convivem com os idiomas introduzidos pelos colonizadores europeus inglês, francês e português são os mais comuns.

Fonte: Atualidades  Dossiê África 1º Semestre Página 31

A Descolonização da África

Na segunda metade do século XX, o cenário político internacional favoreceu a independência das colônias africanas. Enfraquecidas após a II Guerra Mundial, as potências europeias tinham dificuldade para fazer valer seu domínio na África. A hegemonia global passou a ser disputada pelos EUA e pela URSS, que eram favoráveis à descolonização africana para poder exercer sua influência numa região dominada pela Europa.

Nessa época, surgiram importantes lideranças em países africanos, que, em muitos casos, conduziram o processo de independência pacificamente, pela ação política. Mas nações como Argélia, República Democrática do Congo e Angola enfrentaram guerras para se livrar do jugo colonial.  Esse período se estendeu do fim da guerra (1945) a meados da década de 1970, quando houve a independência das ex-colônias portuguesas (Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe).

O início do período pós-colonial provocou uma expectativa de desenvolvimento da África. Mas os novos Estados careciam de um autêntico sentimento de identidade e unidade nacional. Em pouco tempo, o otimismo deu lugar em muitos países a violentas disputas pelo poder, golpes de Estado e ditaduras militares. Economicamente, o continente continuava atrasado, preso ao modelo agrícola colonial, dependente de ajuda externa e com baixíssima inserção no comércio mundial. Apesar da soberania alcançada oficialmente, na prática a África pós-colonial continuou tendo seus rumos largamente conduzidos a partir do exterior.

Fonte: Guia do Estudante – Atualidades – Dossiê África

Fauna Africana

 

Mudanças Econômicas

A imagem que nos acostumamos a ver da África é a do conflito entre seres humanos que lutam para reorganizar os limites dos países construídos pelos antigos colonizadores, envolvidos em conflitos que parecem não ter fim.  A notícia que ganha espaço na mídia é da população africana que vive em condições bastante precárias.

Nos últimos dez anos, porém, a situação econômica na África tem se modificado, com o surgimento de algumas lideranças diplomáticas e econômicas no continente. A África do Sul e a Nigéria são antigos rivais na disputa pela hegemonia africana, mas outros países vêm se destacando como mostra a reportagem em anexo.

http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/05/economia-de-angola-devera-crescer-82-em-2012-diz-relatorio.html

AFRICA: UM CONTINENTE DESPROVIDO DE ESPERANÇA

No continente africano, a fome assola o país, onde cerca de 150 milhões de pessoas segundo a ONU não tem acesso adequado a alimentação.

A falta de alimentação passou a ser um problema socioeconômico, onde segundo a ONU as metas para 2015 podem não ser alcançadas, pois faltaram os investimentos externos prometidos de acordo com Augustin Fosu.

Dados do Banco Mundial, a África Subsaariana é a região que se concentra o maior número de desnutridos no continente. A situação pior é a da  Somália onde morreram em apenas três meses 29 mil crianças, sendo a taxa de desnutrição é de 58% entre as crianças  a maior do mundo.

Esther Vivas, escritora e ativista espanhola que a fome não é uma fatalidade inevitável que afeta determinado país, pois a fome é uma causa política onde o alimento é fonte de rendimento e não para alimentar a população. Não se pode culpar somente o modo de governo, sendo ele o mais prejudicial, pois fatores climáticos ajudam a agravar o problema.

O mundo globalizado de hoje a produção de alimento não é um problema, mas sim o acesso a ele. Esther Vivas escreve em seu artigo “Se queremos acabar com a fome no mundo, é urgente apostar em outras políticas agrícolas e alimentares que coloquem no centro as pessoas, as suas necessidades, aqueles que trabalham na terra e o ecossistema.”

Referencias :

www.pragmatismopolitic.com.br Esther Vivas, escritora e ativista espanhola

www.mundoeducacao.com.br Eduardo Freitas

www.rnw.nl publicado em 15 de setembro de 2005

www.educacao.uol.com.br postado em 15 de agosto 2011

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